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Prefeitura do Rio Lança Semana de Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes

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Na última segunda-feira (18/05), a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência deu início à Semana de Prevenção ao Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes, com a abertura realizada na sede do Arquivo da Cidade. O evento faz parte do projeto “Eu me Protejo”, que se estenderá até sexta-feira (22/05) e incluirá uma série de atividades nos sete Centros Municipais da Pessoa com Deficiência.

Um dos destaques da programação foi o painel intitulado “Conhecimento que Protege”, que enfatizou a relevância da informação acessível como um instrumento vital na luta contra a violência. Dados apontam que a maioria dos casos de abuso sexual é cometida por pessoas próximas às vítimas, o que torna ainda mais crucial a conscientização e o diálogo sobre o tema.

O projeto “Eu me Protejo” visa promover a proteção de crianças e adolescentes, levando em conta suas necessidades específicas. Durante a semana, os centros oferecerão uma variedade de atividades educativas, como oficinas, rodas de conversa e ações inclusivas, destinadas não apenas aos jovens atendidos, mas também às suas famílias e profissionais envolvidos.

A metodologia do projeto se baseia em princípios de educação acessível, buscando fortalecer a autonomia, o autocuidado e a habilidade de identificar e se proteger de situações de risco. Os conteúdos abordam aspectos como o conhecimento do próprio corpo, a definição de limites e a diferenciação entre toques seguros e inseguros, além de fornecer orientações sobre como buscar ajuda.

Helena Werneck, secretária Municipal da Pessoa com Deficiência, destacou que a metodologia “Eu me Protejo” tem cerca de quatro anos e já consolidou práticas eficazes de prevenção à violência, contribuindo para a criação de uma rede de proteção nos serviços oferecidos. Segundo ela, o projeto tem sido essencial para ampliar o acesso à informação e assegurar os direitos das pessoas com deficiência.

“É fundamental que a sociedade se envolva nessa mobilização, pois isso é crucial para construir um ambiente mais seguro e acolhedor para nossas crianças e adolescentes. Proteger é uma responsabilidade coletiva”, afirmou a secretária.