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Las Vegas recebe um CES cheio de história e inovação
O CES 2026, realizado este mês em Las Vegas, não foi apenas uma vitrine de inovação tecnológica — foi também um palco de renascimento. Marcas históricas que marcaram gerações retornaram ao centro das atenções, agora impulsionadas por soluções de inteligência artificial e posicionamento estratégico para um novo público.
Kodak ressurge com soluções híbridas
A lendária Kodak mostrou que ainda tem fôlego no mercado. Unindo IA com tecnologias de imagem analógica, a empresa apresentou produtos que equilibram nostalgia e modernidade — atendendo criadores que valorizam estética, mas também demandam inovação.
Napster: da revolução digital ao Web3
Já a Napster, que nos anos 2000 revolucionou a distribuição de música, agora retorna como uma plataforma Web3 com IA. O objetivo? Redefinir o relacionamento entre artistas e fãs, oferecendo um ecossistema descentralizado, mais justo e com total autonomia criativa.
Siemens aposta em infraestrutura e IA industrial
Com foco nas cidades do futuro, a Siemens apresentou soluções de IA aplicadas à infraestrutura urbana e à indústria 4.0. A ideia é simples: tornar os ambientes mais conectados, autônomos e resilientes — algo essencial num mundo em constante transformação.
Legado e futuro caminham juntos
Atari, Polaroid, Motorola e BlackBerry também brilharam no evento. Com estratégias que unem o legado de décadas passadas com experiências interativas atuais, essas marcas mostraram que o passado pode ser a base perfeita para inovações relevantes.
Pinballs 2.0: o lúdico como metáfora do futuro
Chamaram atenção também os pinballs, agora redesenhados com sensores inteligentes e integração com IA. Um exemplo perfeito de como até mesmo o lúdico pode ser modernizado sem perder sua essência.
Brasil no CES: mais que presença, influência
Para Robert Janssen, CEO da OBr.global, a presença brasileira no CES é fundamental. “Precisamos estar lá para influenciar, aprender e criar alianças. É onde o mundo define as próximas tendências, e o Brasil tem muito a contribuir”, destacou.
Tendências que vão além do evento
Segundo ele, a grande estrela do CES foi a nova geração de robôs, moldados por IA avançada e com potencial disruptivo para toda a indústria. Além disso, a atuação da WITSA no evento foi decisiva para fomentar debates globais sobre inovação, ética e futuro tecnológico.
O impacto das políticas de inovação globais
Robert também chamou atenção para a nova estratégia americana de inovação, que deve influenciar o cenário global — inclusive o Brasil. Ela propõe mais investimentos em ciência, colaboração internacional e uso ético da IA, temas fundamentais para os próximos anos.
Fim do evento, início de novas possibilidades
“O CES 2026 chegou ao fim, mas o que vimos lá ainda vai reverberar por muito tempo. A conversa sobre o futuro, a IA e a reinvenção das marcas está só começando”, finalizou Robert.


