Saúde

Curso de dependência química: Saiba quem pode fazer e se a especialização é para você

Tabaco, álcool, maconha, cocaína, crack, solventes, ecstasy, heroína, tranquilizantes benzodiazepínicos, sedativos barbitúricos, estimulantes anfetamínicos, esteróides anabolizantes, analgésicos opiáceos, anticolinérgicos e LSD são apenas algumas das drogas que causam dependência e ceifam a vida de milhares de pessoas no Brasil, anualmente.

Por conta disso, um bom curso de dependência química tem se tornado cada vez mais importante, ao passo que o abuso de substâncias tóxicas tem feito cada vez mais vítimas no país, sendo elas não apenas usuárias de drogas, mas também as famílias das pessoas que fazem uso descontrolado dessas substâncias e a sociedade, como um todo, que também sente os efeitos diretos e indiretos do aumento expressivo de pessoas viciadas sendo corrompidas pelo uso das drogas.

Além de psicólogos, médicos e terapeutas, outros profissionais da área da saúde também podem se especializar através do curso, que aborda temas como os efeitos e o manejo clínico em drogas de forte impacto, diagnósticos e classificação, consumo em populações especiais, entre outros.

Os profissionais que realizam a especialização se tornam capazes de discutir os principais aspectos do tratamento clínico na dependência das principais drogas, incluindo temas relacionados à definição de planos de tratamentos baseados em diversos tipos de abordagens psicossociais.

Além disso, tornam-se hábeis a identificar vulnerabilidades específicas de certos grupos de usuários de substâncias, propondo seu manejo, sempre que possível.

Entre os principais temas abordados estão:

·         Diagnóstico;

·         Principais substâncias entorpecentes e álcool;

·         Intervenção;

·         Tratamento Terapêutico;

·         Acompanhamento e prevenção a recaídas;

·         Terapia familiar e em grupo;

·         Redução de danos;

·         Grupos especiais: idosos, crianças, gestantes, entre outros;

·         Suicídio, e outros assuntos.

Pesquisa realizada em 2015 revelou que mais de 1,4 milhão de pessoas entre 12 e 65 anos relataram ter feito uso de crack e similares alguma vez na vida.

O crack não é considerado uma porta de entrada para as drogas e esse dado é o bastante para que se entenda o quanto a população está vulnerável a experiências com entorpecentes, revelando o quanto é necessário que mais e mais profissionais capacitados estejam prontos para lidar com esse problema, seja nos grandes hospitais ou em pequenas clínicas, atuando juntamente a instituições públicas ou em entidades particulares.

Para os profissionais que desejam se especializar na área, há a certeza de que a demanda é crescente e necessita de profissionais capazes de lidar com a técnica, mas também humanamente com o problema da dependência química, resgatando e reabilitando pessoas para uma vida digna e com capacidade de escolha e equilíbrio. Portanto, quanto maior o tempo de experiência e maiores as certificações obtidas pelo profissional, maiores são as possibilidades de ascensão na carreira.

This post was last modified on 31 de agosto de 2021 23:50

Redação Rio em Foco

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