Bolsonaro cumprimenta apoiadores em São Raimundo Nonato, no Piauí - Foto: Ag. Brasil
Ele é o novo líder do Governo Federal na Câmara dos Deputados. Portanto uma honra e quanto responsabilidade. Mas tem um detalhe: Ricardo Barros é citado em delações de dois executivos da Galvão Engenharia por ter recebido propina de R$ 5 milhões. Ele nega, claro…Mas quem é o ‘cara’ que vai intermediar negociações entre o Governo e o Parlamento? Quem o conhece diz que Barros não tem ‘papas na língua’ é direto, sem meios termos, tipo de pessoa que cronometra compromissos. E seu currículo dá “medo”… desde 1995 como Deputado Federal, foi líder ou vice-líder dos governos Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. E na gestão Michel Temer Ministro da Saúde. Ou seja, para quem sempre afirmou que não iria fazer acordos e não estar ao lado da “velha política”, algo mudou. Será o medo de perder apoio? Há…claro que não, certo?
Querendo se reeleger Capitão? Mas na campanha presidencial de 2018 você jurou que não disputaria um segundo mandato! Então vamos relembrar o que nosso Presidente depois da Posse disse: “a reeleição tem sido ‘péssima’ para o país, pois os governantes ‘se endividam’, fazem barbaridades, dão cambalhotas para se reeleger”. Mas veja que agenda “petista”. O líder do país tem estado no Nordeste como quem vai à esquina. De 31 de julho e 17 de agosto visitou a região três vezes. Foi à Bahia, Piauí e Sergipe. Esteve também na região Norte, no Pará. Na próxima sexta, 21/08 está programado para visitar o Rio Grande do Norte. Curiosamente em 22 dias o Messias visitou cinco vezes duas das regiões mais petistas do Brasil. E porque tem sido bem recebido? Pelo menos sem protestos. Será o famoso auxílio emergencial com os R$ 600,00 ou R$ 1.200,00? AH! CLARO QUE NÃO! Não?
O Processo de Impeachment do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC) para mas volta. Parlamentares da ALERJ (Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro) aguardam que o Supremo Tribunal Federal decida na quinta, 20/08, sobre recurso contra decisão do Tribunal que freou o processo há 22 dias. O entendimento do Supremo vai determinar os próximos passos do processo. Enquanto isso a equipe do líder do estado Rio tem fracassado nas tentativas de mudança dos votos de deputados (para escapar do impeachment, o governador precisa do apoio mínimo de metade das 70 cadeiras da Alerj). E para variar, devido ao tradicional bom humor dos cariocas, os deputados apelidaram com ironia de “equipe de transição” para um eventual mandato do hoje vice-governador, Cláudio Castro (PSC)…. poxa crueldade com o “ex-governador”, ops! Falha nossa!!!
*Ricardo Albuquerque é Jornalista Profissional, Relações Públicas Profissional, Analista Politico e levemente bem humorado
This post was last modified on 18 de agosto de 2020 08:36
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